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Mensagem: CULTUANDO COMO DEUS ORDENOU - Parte 2

February 6, 2019

 

 

“...Mostrarei a minha santidade naqueles que se cheguem a mim e serei glorificado diante de todo o povo” Levítico 10.1-3

 

     Considerando que o tema culto infantil tem sido tratado, discutido e dividido opiniões dentro do contexto evangélico e dentro de denominações onde aparentemente o assunto deveria ser tranquilo, vejo-me na responsabilidade de mencionar minha posição e entendimento sobre o assunto; principalmente por tratar de um assunto de prerrogativa pastoral, incluído dentro das funções privativas do pastor.
     Mesmo que alguns considerem o fato do Culto Infantil (cultinho) ser uma questão referente a circunstância, creio que os pontos a seguir precisam ser levados em conta antes de optar por iniciar tal atividade paralela ao culto solene.
     Em sua Constituição a IPB; considerando sua interpretação bíblica afirma:
     Art. 2º - A Igreja Presbiteriana do Brasil tem por fim prestar culto a Deus em espírito e verdade, pregar o evangelho, batizar os conversos, seus filhos menores sob sua guarda e “ensinar os fiéis a guardar a doutrina e prática das Escrituras do Antigo e Novo Testamentos, na sua pureza e integridade, bem como promover a aplicação dos princípios de fraternidade cristã e o crescimento de seus membros na graça e no conhecimento de Nosso Senhor Jesus Cristo.”
     ART. 4º - A Igreja local é uma comunidade constituída de crentes professos juntamente com seus filhos e outros menores sob sua guarda, associados para fins mencionados no Art. 2º...
     Segundo os Princípios de Liturgia, a IPB afirma:
     Art. 3º - Os crentes, como indivíduos ou famílias, devem ordenar de tal sorte seus negócios ou trabalhos que não sejam impedidos de santificar convenientemente o domingo e tomar parte no culto.
     Art. 4º - Conselhos e pastores devem mostrar-se atentos e zelar cuidadosamente, para que o dia do Senhor seja santificado pelo indivíduo, pela família e pela comunidade.
     Art. 7º - O culto público é um ato religioso através do qual o povo de Deus adora o Senhor, entrando em comunhão com ele, fazendo-lhe confissão de pecados e buscando, pela mediação de Jesus Cristo, o perdão, a santificação da vida e o crescimento espiritual. É ocasião oportuna para proclamação da mensagem redentora do evangelho de Cristo e para doutrinação e consagração dos crentes.
     Art. 8º- O culto público consta, ordinariamente, de leitura da Palavra de Deus, pregação, cânticos sagrados, orações e ofertas. A ministração dos sacramentos, quando realizada no culto público, faz parte dele.
    Deus deseja e declara em sua Palavra que seu povo todo reunido e não fragmentado experimente de uma comunhão com Ele na adoração.
     Que possamos buscar a fidelidade em nosso culto mais do que um aparente conforto, decorrente da divisão etária para o culto, para que o mundo creia.

 

Rev. Everton Matheus.

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